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26.7.15

Uma visão espiritual da Ayahuasca

Desde 2012, um grupo de amigos interessados em espiritualidade, e também membros do Projeto Mayhem, publicam podcasts e videocasts sobre diversas doutrinas e temáticas espiritualistas. Este grupo, que toca o site Conversa entre Adptus, já passou por várias formações, mas desde o início conta com PH Alves, grande conhecedor de hinduísmo e umbanda sagrada, e Emerson Luiz, especialista em espiritismo. Hoje em dia, além dos dois, há também o Roe Mesquita, que é um ilustrador de mão cheia com grande curiosidade sobre temas espirituais.

Bem, e como eu mesmo também faço parte do Mayhem, todos eles são meus amigos. Além disso, também já tive a honra de participar de alguns episódios [1]... Mas o que me fez trazer os adeptus de volta ao blog é o fato de que a qualidade do videocast deles aumentou consideravelmente com os anos, ao ponto de terem chegado a fazer uma espécie de documentário em vídeo para o último tema, a Ayahuasca.

"Mas o que diabos é a Ayahuasca?", muitos podem se perguntar. Bem, como eles mesmos explicam na chamada do vídeo: "A Ayahuasca é um chá divino, que alguns conhecem como Santo Daime. Mas o que será essa bebida sagrada? Um alucinógeno? Um enteógeno? Nós, os adeptus, resolvemos sair a campo e visitamos uma casa espiritualista que pratica o Ritual da Ayahuasca. Aprendemos, vivenciamos, e principalmente desmistificamos mitos e preconceitos que cercam essa bebida. Para saber como foi nossa visita e conhecer mais sobre essa planta de poder que tem por finalidade a transformação e a elevação espiritual das pessoas, basta dar play e assistir:"

Apesar de ser um vídeo longo [2], com cerca de 1 hora e meia, há muita coisa que vale a pena ser vista, particularmente os depoimentos pessoais dos frequentadores da casa (que bebem o chá), muitos deles surpreendentemente sinceros e profundos (os depoimentos se iniciam com o representante da casa, aproximadamente em 28:05).

***

[1] Para quem tem o aplicativo de troca de mensagens Viber, venha acompanhar a nossa conversa nos grupos abertos (eu sou um dos participantes).

[2] Eles também tem uma série de vídeos mais curtos, com até cerca de 10 minutos, que também são excelentes, intitulados Adeptologia. O primeiro deles fala sobre o deus Hermes.

Crédito da imagem: Google Image Search/Ayahuasca Visions

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4.6.15

Mergulhando em corações, parte 1

Conto pessoal, da série “Festa estranha”, com depoimentos de Rafael Arrais acerca de suas experiências espiritualistas. Baseado (ou não) em fatos reais. Os nomes usados são fictícios (exceto para pessoas públicas).


Há anos atrás Marcos estava meio desiludido com toda a sua busca espiritual. Havia nascido no Brasil, mas morado no Japão, nos EUA e noutros cantos deste planetinha, até que resolveu “se aposentar do trabalho formal” e viajar para a Índia, em busca da fonte original de tantos textos sagrados que havia lido ao longo da juventude.

Marcos estava num restaurante indiano, não propriamente “afogando as mágoas”, pois dificilmente se acha bebida alcóolica por lá [1], mas antes, quem sabe, finalmente encarando a própria tristeza. Faltava ainda algo em sua busca, algo essencial...

Dizem que quando o discípulo está pronto, o mestre aparece, e foi exatamente neste restaurante que Marcos encontrou Atmaji conversando com amigos, admiradores e discípulos. Marcos entrou na roda, e nunca mais saiu... Virou um dos discípulos de Atmaji, e ainda hoje vive entre o Oriente e o Brasil. É através de seu mestre que prossegue firme em seu caminho de autoconhecimento e autorrealização, seja acordado ou sonhando.

A diferença é que não existe mais Marcos. Desde que foi iniciado no ashram [2] de Atmaji, aquele que era Marcos vem, passo a passo, se transformando em Abhishek Ji. Não se trata só da mudança do nome mundano para o nome divino – lentamente, ele mesmo também morre para o seu eu anterior, e renasce como alguém destinado a iluminação.

Atmaji é, quem sabe, décadas mais velho que Abhishek, mas já alcançou a iluminação há muitos anos. Fora farmacêutico e praticante de diversos tipos de yoga, mas após haver alcançado a iluminação, fez como outros mestres, e resolveu dedicar o restante dos seus dias neste planetinha para tentar auxiliar os demais a se iluminarem junto com ele...

Foi assim que ele concordou em acompanhar Abhishek numa viagem pelo Brasil e, eventualmente, até a sua cidade natal, Campo Grande/MS, que curiosamente é a mesma cidade em que eu vivo hoje. Afinal, não estaria lhes contando toda essa história se não houvesse eu mesmo os encontrado por essas bandas de cá.

***

Para nós que seguimos na trilha espiritual através do estudo de diversas religiões, doutrinas, filosofias e mitologias diferentes, quase que como “turistas de egrégoras”, a melhor coisa é poder contar com amigos na caminhada. No caso, foi através de amigos tanto do Mayhem [3] quanto de um grupo que se reúne para entoar mantras hindus e sufis que eu fiquei sabendo da tal Festa Indiana do sábado a noite, que por acaso era organizada por Abhishek e pelos donos do espaço de meditação e yoga onde ela seria realizada.

A primeira coisa que notei ao chegar com a Vânia, uma amiga do Mayhem, foi a bela decoração do lugar. A festa seria num espaço aberto, onde montaram uma tenda (também aberta) com um longo tapete, cheio de almofadas decoradas, sofás e bancos longos de madeira, tudo no estilo indiano. As pessoas podiam ficar sentadas no tapete, nas almofadas ou nos bancos, e apreciar a miríade de pequenas velas, vasos de plantas e estatuetas de deuses hindus. Atrás das cadeiras onde sentariam Atmaji e seu discípulo brasileiro, podíamos admirar um belo pôster de Krishna e Radha, sua amante.

Lá me acomodei no espaço de um dos longos bancos, próximo a Marcelo, outro amigo do Mayhem, e ao grupo dos mantras. O interessante é que havia encontrado MarciAisha (que era quem organizava a entoação de mantras semanal num studio de dança árabe) exatamente através de minhas traduções de Rumi, o poeta sufi persa. MarciAisha me procurou nas redes sociais querendo saber mais sobre Rumi, e assim ficamos amigos... Pois bem, e eu estava lá naquela festa principalmente por conta de outra tradução que venho tocando neste ano, a do Bhagavad Gita [4].

Ou seja, a minha ideia era mais me “ambientar” neste universo do hinduísmo, e ter uma experiência direta com seus cantos, sua dança, e seus seguidores. Para falar a verdade, não imaginava que o tal “guru iluminado” fosse acrescentar muito a minha noite naquela festa, mas logo veria que estava muito enganado...

Assim que Atmaji e Abhishek chegaram, boa parte das cerca de 60 pessoas da festa foi ao seu encontro para abraçarem e tirarem fotos com o mestre indiano. Após algum tempo, foi nossa vez de nos aproximar... Foi MarciAisha (que já o conhecia) quem me apresentou a Abhishek, e após conversarmos rapidamente sobre viagens de trens na Índia e traduções do Gita em inglês, chegou a minha vez de ser apresentado ao mestre.

Ora, eu definitivamente não chamo muita gente de mestre. Que eu me lembre, nesta vida encontrei pessoalmente somente dois: o Professor Hermógenes, com quem dialoguei algumas vezes no Rio de Janeiro (onde nasci), e Marcio Lupion, de quem vi somente uma palestra uma vez (e foi o suficiente)... Mas quando me aproximei de Atmaji e olhei seus olhos por detrás das lentes de seus óculos, fui repentinamente inundado de uma doce e perene alegria. Era como se ele, como os demais mestres que havia tido o privilégio de encontrar, vivesse num outro tempo, num mundo mais próximo da essência das coisas do que de seu fluxo constante e ilusório.

Ele juntou minhas mãos com as dele e, num inglês tipicamente indiano, me perguntou meu nome, onde nasci e há quanto tempo morava em Campo Grande. Eu respondi tudo em meio às risadinhas que me surgiam a boca, só por estar por ali ao seu lado. Depois nos abraçamos... Eu tive vontade de ficar abraçado por muito tempo, e ele não esboçava nenhuma reação de encerrar tal abraço. No fim das contas, fui eu quem ficou meio sem jeito e me apartei...

Em seguida, vieram outros conversar com Atmaji, e eu fiquei me perguntando, “Por que era tão importante ele saber onde nasci e há quanto tempo moro aqui?”.


» Na continuação, um mergulho no Coração do Mundo...

***

[1] Embora isso possa estar mudando.

[2] Ashram, na antiga Índia, era um eremitério hindu onde os sábios viviam em paz e tranquilidade no meio da natureza. Hoje, o termo ashram é, normalmente, usado para designar uma comunidade formada intencionalmente com o intuito de promover a evolução espiritual dos seus membros, frequentemente orientado por um místico ou líder religioso.

[3] O Projeto Mayhem é basicamente um grupo de colaboradores, leitores, estudantes e simpatizantes do Teoria da Conspiração, o portal ocultista de Marcelo Del Debbio. Deu tão certo que hoje existem grupos em muitas cidades do país.

[4] A quem possa interessar, o livro de Rumi já foi lançado; já o Bhagavad Gita continua sendo traduzido...

» Saiba mais sobre Atmaji em seu site (em inglês): upanisha.org

Crédito das fotos: Om Namastê (o espaço onde foi realizada a festa)

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30.9.14

Deus tá vendo essa zoeira!

É este o slogan de um dos jogos de cartas mais polêmicos dos últimos tempos, o Pequenas Igrejas, Grandes Negócios.

Quando ouvi falar a primeira vez deste projeto, foi da boca do seu próprio criador, meu amigo Marcelo Del Debbio. O Marcelo, como muitos devem saber, é um dos divulgadores de ocultismo e espiritualidade mais conhecidos do país, assim como um dos críticos mais veementes da “picaretagem” de alguns dos ditos espiritualistas de todos os credos.

A primeira coisa que pensei foi que a temática do jogo parecia ser, em geral, um ataque meio gratuito aos evangélicos. Tive medo de que o resultado final fosse um tanto generalista e enfiasse todos os evangélicos no mesmo saco. Obviamente, para muitos evangélicos “picaretas”, é exatamente isso o que pensam do jogo desde o primeiro momento em que souberam dele.

Mas o resultado final não foi bem esse... Antes de chegarmos lá, é preciso lembrar que o sistema do jogo já vinha sendo bolado há cerca de quatro anos pelo Marcelo e o seu amigo, Norson Botrel, ambos designers de jogos de RPG há muitos anos. Porém, na hora de finalizar tudo e efetivamente criar as ilustrações, imprimir as cartas, etc., eles tiveram de pedir ajuda a diversos outros amigos...

As ilustrações ficaram a cargo do Roe Mesquita, o design e o projeto gráfico, com Rodrigo Grola, e o marketing e a edição dos vídeos de divulgação com o PH Alves (do Conversa entre Adeptus). Todo esse pessoal é muito gente boa e também faz parte da comunidade espiritualista que se criou em torno do blog do Marcelo, o Teoria da Conspiração, mas ainda faltava um elemento essencial: Como pagar o trabalho dessa gente toda? Como pagar a impressão dos primeiros baralhos?

Foi aí que o Marcelo decidiu recorrer ao crowdfunding, usando o site Catarse. No crowdfunding, um projeto qualquer é apresentado com uma meta de financiamento (em reais) e, geralmente, uma série de bônus para aqueles que doarem valores maiores. No caso do Pequenas Igrejas, Grandes Negócios (PIGN), a meta mínima para a produção do jogo era de 29 mil reais. A cada 5 mil reais extras arrecadados, eram prometidos novas cartas e suplementos disponíveis desde o lançamento. Se o financiamento total ultrapassasse a última marca da lista, 75 mil reais, eles ainda prometiam entregar sleeves (embalagens plásticas) para cada carta do baralho a quem houvesse investido acima de certo valor.

Ao final de cerca de 2 meses de crowdfunding, o PIGN se tornou um dos projetos mais bem sucedidos do Catarse, tendo arrecadado quase 93 mil reais! Eu mesmo fui um dos 12 que doaram os valores mais altos disponíveis (400 reais, nem tanto se comparado a outros projetos do Catarse), e garanti uma carta com o meu pastor no jogo, o Bispo Sinésio!

Há algumas semanas atrás a minha edição do jogo chegou por correio, com assinaturas de diversos integrantes do projeto, e com quase 400 cartas, incluindo todas as cartas bônus disponíveis... A grande questão então passou a ser: será que eu usaria esse jogo apenas para ficar rindo das cartas, ou será que daria para jogá-lo realmente? Bem, com a ajuda do pessoal que segue o blog do Marcelo aqui na minha cidade, consegui jogar algumas partidas bem divertidas...

Na verdade o jogo é bem mais do que uma simples crítica bem humorada a “picaretagem” de alguns ditos espiritualistas. Ele realmente funciona como jogo, e acredito que não deveríamos esperar menos de designers como o Marcelo e o Norson. Como não sou exatamente um especialista em jogos de cartas do tipo (eles mesmos dizem que se inspiraram em Magic: The Gathering, BANG!, UNO e Munchkin para criar o mix de regras), não posso afirmar que se trata “do melhor jogo de cartas de todos os tempos”, mas certamente é um jogo tão divertido de jogar quanto o Munchkin (o que mais conheço da lista anterior), com a vantagem de ser ambientado num “universo brasileiro” – ou melhor, “num mundo onde as igrejas são usadas por pessoas trapaceiras e inescrupulosas para lavar dinheiro do crime, vender porcarias inúteis, explorar a boa fé de pessoas ignorantes e obter poder político; um universo muito diferente da nossa realidade, onde as igrejas são centros comunitários de ajuda ao próximo, gerenciadas por baluartes do bom caratismo”.

O que nos traz de volta a questão inicial: será que o PIGN coloca num mesmo saco tanto os “picaretas” quanto os verdadeiros espiritualistas? Na verdade, não, nem de longe... Para começar, apesar do jogo se focar, como o próprio título diz, nas igrejas, a verdade é que há críticas a “picaretas” de várias vertentes religiosas – para citar dois exemplos, temos no baralho os pastores “Mãe Binah” e “ET Bilu Bilu”, que estão longe de se referirem a pastores evangélicos do “mundo real”.

Além disso, em nenhum momento é citado o nome de Jesus. Não que isso por si só fizesse alguma diferença, mas não deixa de ser revelador o respeito que mantiveram ao seu nome. Em PIGN, encontramos “Jezuis”, e não “Jesus”.

Por fim, o que mais achei curioso no jogo é que todas as cartas de ataque (o objetivo do jogo é acabar com a reputação dos pastores adversários, daí existirem as “cartas de ataque”) se referem a notícias que foram vinculadas na mídia real (independente de serem verdadeiras ou não, mas o absurdo todo é que a grande maioria é verdadeira).

Assim, quando atacamos nossos amigos na mesa de jogo usando cartas como “Igreja é dona do maior complexo de saunas gays da Europa” (carta #215), “Religioso afirma que sexo ilícito é causa dos terremotos” (#187), “Pastor ex-gay quer criar ‘Conselho estadual para a defesa dos direitos héteros’” (#192), “Barak Obama está possuído pelo demônio, afirma pastor que faz exorcismo por Skype” (#162), ou ainda “Ex-obreira fica grávida do Diabo e dá à luz 3 caveiras de plástico!” (#31), ficamos nos perguntando se este jogo chegou mesmo a conseguir ser mais absurdo do que a nossa realidade – e então, ao menos nos resta o consolo: Deus tá vendo essa zoeira!

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» O PIGN pode ser adquirido na loja online da Daemon Editora

Crédito das imagens: Divulgação/PIGN

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29.12.12

Um podcast para reflexão

No último podcast Conversa entre Adeptus de 2012 (*), o primeiro após o fim do mundo, fui o convidado especial e falei sobre meu blog Textos para Reflexão; assim como sobre Espinosa, Deus, mitologia, sexo, morte e amor, não necessariamente nesta ordem. Uma boa oportunidade para refletir neste início de mundo. Clique na imagem abaixo para acessar a primeira parte da conversa:

» Na segunda e última parte, continuamos falando sobre o amor (ao final, eu recito uma de minhas poesias)


(*) Agradecimentos aos Adeptus: Emerson, Danda e PH; e também a excelente edição de Élder Bernardi, com Beatles e Sigur Rós ao fundo :)

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Artigos citados e/ou complementares a conversa:

» Frescobol cósmico

» Reflexões sobre o nada

» Maldito Benedito

» A roda dos deuses

» O sexo e a morte

» 4 amores

» Filhos de neandertais

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20.2.12

Links Mayhem (42)

O Projeto Mayhem foi criado em Março de 2010 como centro de debates e discussões sobre temas Ocultistas e Herméticos. Agora, toda semana, os participantes do projeto divulgam os links mais interessantes para artigos nos blogs de outros participantes:

- Teoria da Conspiração - Maçonaria responde às críticas
- Textos para Reflexão - Educação secular (parte 2)
- Artigo 19 - Intoxicados
- O Alvorecer - Sou ateu! Tudo bem, mas e daí?
- Labirinto da Mente - O (Re)começo: perguntas especiais
- Diário do Adeptu - O verdadeiro médium umbandista
- Tudo sobre Magia e Ocultismo - 2012, uma boa oportunidade para os ocultistas iniciantes
- Idéia Biruta - De onde vem os Ocultistas?
- Autoconhecimento e Liberdade - A ascensão da Nova Era
- Sinfonia Cósmica - Que é verdade?
- Caminhos de Plenitude - Divino Pai
- Jornal O Bruxo - Cientistas encontram sinais da existência da partícula de Deus

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Veja também os colunistas no Portal Teoria da Conspiração:

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» Veja todos os posts sobre o Projeto Mayhem

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14.2.12

Links Mayhem (41)

O Projeto Mayhem foi criado em Março de 2010 como centro de debates e discussões sobre temas Ocultistas e Herméticos. Agora, toda semana, os participantes do projeto divulgam os links mais interessantes para artigos nos blogs de outros participantes:

- Teoria da Conspiração - Demonstração de Chi-Kung na Índia
- O Alvorecer - Empresa chinesa se recusa a contratar funcionários escorpianos e virginianos
- Labirinto da Mente - O (Re)começo: perguntas especiais
- Artigo 19 - Homossexualidade na pós-modernidade
- Diário do Adeptu - O verdadeiro médium umbandista
- Textos para Reflexão - Educação secular (parte 1)
- Tudo sobre Magia e Ocultismo - Finalizando 2011
- Idéia Biruta - De onde vem os Ocultistas?
- Autoconhecimento e Liberdade - Teoria da Magia (Parte 2)

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Veja também os colunistas no Portal Teoria da Conspiração:

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