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23.4.12

Jorge Play

» Parte da série: Play a myth

Se houveram aqueles que souberam falar diretamente ao reino da alma, caminharam no mundo também alguns raros seres que adentraram o reino do mito, e dissolveram seus egos num oceano de bem-aventurança. Embora fossem ainda eles mesmos, eram também um portal vivo para o Infinito, habitados pelos mais belos deuses que a mente humana foi capaz de identificar. Estes são os que falam em nome do amor: os santos...

Jogue, represente, interprete, brinque: play a myth.

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Muitos podem se questionar se um guerreiro pode falar em nome do amor, se pode efetivamente ser santo... Acredito que antes de mais nada nos vale a reflexão acerca da santidade ser real ou mitológica, neste sentido: existiram mesmo homens totalmente santos, ou foi a grandiosidade de sua vida que os tornou mitos? É óbvio que o mito de São Jorge não corresponde exatamente a vida do conde da Capadócia, soldado romano, a despeito dos atos de caridade e de sua resiliência ante as torturas - fica óbvio que Jorge nunca matou nenhuma dragão de verdade... Porém, se o consideramos simbolicamente como a força da coragem contra a ignorância, representada pelo dragão, temos uma poderosa lição espiritual, lição esta que resistiu aos séculos, e ainda hoje é muito mais do que um feriado em algumas regiões do Brasil.

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Crédito da imagem: Rafael Arrais + logIcon

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