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11.8.10

Ritmo ancestral

É esse batimento de coração
Vindo dos confins do universo
Reverberando por toda criação
Como estrelas cintilando em verso

É essa brisa, obscura e suave
Que sopra com sua peculiar calmaria
Como no alto do céu – a divina ave
A planar em leve bruma de alma macia

É esse turbilhão, esse ritmo ancestral
Essas ondas sem fim tocando a pauta
De uma sinfonia universal

Diga-me então, o que é isso
Que sacode tanto a nossa fé...
Diga-me, diga-me ó poeta, o que isso é?

raph'10

Este é meu primeiro soneto intencional. Dedicado a meu primo, "repentista de sonetos", Fernando Cunha Lima.

***

Crédito da foto: pejiguera (dança dervish)

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2 comentários:

Blogger Patrícia Melo disse...

Gosto muito do seu blog, tem textos muito interessantes.
Namastê!

11/8/10 17:50  
Blogger raph disse...

Namastê :)

11/8/10 19:25  

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