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23.7.13

Quem é Debora Noal?

Quem é Debora Noal? Uma psicóloga do Médicos Sem Fronteiras (*)? Uma estudante da Alma? Alguém que ainda consegue ver luz e esperança em meio aos escombros do mundo? Apenas "uma menina que encontrou sua missão"?

Nada disso: tudo isso, e muito mais. Debora Noal não é uma celebridade nem alguém em especial na grande mídia. Quando ela chega noutros países, não se estendem tapetes vermelhos para ela. Não, ela não é famosa, mas é importante. Importante por que soube fecundar as sementes do próprio coração, até que sua Fonte transbordasse a ela mesma, e alcançasse as almas sedentas do Haiti, da África e de outras tantas zonas carentes do mundo que mal aparecem na TV...

Debora Noal não é famosa aqui deste lado. Mas, do outro lado, ela é reconhecida, cuidada, recompensada: sua família é todo o mundo. Este é o seu depoimento para o TEDxVer-o-Peso:

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» Veja também: Raízes aéreas

(*) Médicos sem Fronteiras, ou Médecins sans Frontières (MSF), é uma organização internacional não-governamental sem fins lucrativos que oferece ajuda médica e humanitária durante situações de emergência, em casos como conflitos armados, catástrofes naturais, epidemias, fome e exclusão social. É a maior organização não governamental de ajuda humanitária do mundo, na área da saúde.

» Contribua com o MSF, seja um doador sem fronteiras!


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6.3.12

A Igreja do Livro Transformador

Hoje me filiei a uma nova Igreja; sou o mais novo fiel da Igreja do Livro Transformador:

A ideia foi concebida pelo escritor Luiz Ruffato primeiramente como uma brincadeira, onde as pessoas dariam seus testemunhos sobre os livros que deram outros rumos para suas vidas. Aos poucos a ideia foi ganhando mais forma e adeptos não só em eventos literários, mas também pelo Brasil afora, e vem sendo divulgada na web pelo site literário Interrogação.org.

Os fiéis desta distinta Ekklesia devem tão somente reconhecer que os livros mudaram sua vida, e dar algum depoimento acerca deste evento mágico... Então, aqui vai o meu:

Poderia citar em realidade 3 momentos distintos, igualmente mágicos, acerca do meu "despertar" para os livros nesta vida: o primeiro ocorreu ainda antes de eu saber ler, quando folheava quadrinhos de super-heróis (da Marvel e DC, publicados na época pela Ed. Abril) e compreendia alguma parte das histórias apenas admirando as figuras, isto quando não perturbava a paciência do meu pai para que ele lesse para mim; o segundo ocorreu quando li O Hobbit, de J.R.R. Tolkien, pela primeira vez, o que despertou em mim uma espécie de "espanto persistente" perante aqueles mundos fantásticos de pura imaginação, embora soubesse (e ainda saiba, espero) diferenciar muito bem a fantasia da realidade; o terceiro foi quando li o Fédon (ou Da alma), de Platão, e sentia claramente que estava tão somente relendo uma história muito querida, que já conhecia - daí foi um pulo para chegar aos outros grandes livros sagrados, a filosofia, a poesia e a divulgação científica. Se tem alguma coisa de material que possa realmente chamar de "tesouro", sem dúvida são os meus livros, assim como algumas histórias em quadrinhos memoráveis.


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