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7.5.19

Equilíbrio

ACOMODAÇÃO .:.

"Quando você se aceita como está, se conforma com as circunstâncias em que vive, baixa a cabeça para antigos hábitos e se acomoda, as dificuldades ganham força, os problemas não tem fim e se repetem aonde quer que vá!

A filosofia aplicada lhe sugere o conhecimento de si, lhe aponta o caminho da auto-observação e contínua transformação. 

Se na natureza tudo progride, também tudo no gênero humano deve avançar. 

Melhorar a cada dia, crescer a cada etapa, elevar-se a cada ciclo e iluminar-se a cada dia é a missão. 

Não nos é pedido 'saltos quânticos', viradas repentinas ou guinadas de 360º, mas sim um consciente caminhar diário, contínuo e consciente.

Na medida do esforço maximiza-se a força.

Na medida da continuidade eleva-se a maturidade.

Na medida do aprofundamento resplandece a realização."

Caciano Camilo Compostela, Monge Rosacruz – Contato: facebook.com/ mongerosacruzcacianocompostela

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Crédito da imagem: Brian Mann/unsplash

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21.12.18

Espíritos obssessores

XV .:.

"Vez por outra sinto uma fortíssima vontade de fumar ou mesmo de consumir bebidas alcoólicas, já me acostumei com este fenômeno que se dá principalmente quando estou em grupos mais heterogêneos; o detalhe é que nunca fumei e tenho ojeriza ao álcool. Mas agora fico mais tranquilo, e consigo identificar que não sou eu a exata fonte de tão exóticos desejos. 

{Por favor: não cabe aqui uma recriminação contra o fumo e a bebida, ambos podem ser até mui luminosos. Existem monges especializados em produzir as melhores cervejas/vinhos do mundo, personalidades de altíssimo nível que fumam e abstêmios que são piores que o Cão chupando pimenta!}

Bares de rua, por exemplo, me são ambientes ainda mais confusos; as múltiplas setas dos vícios e entidades sedentas são mais difíceis de bloquear; tão forte é sua atuação nestes que me são visíveis como sombras feitas de agonia & escuridão, com a contraditória habilidade de se 'arrastarem com celeridade'. Por isso os evito. 

Observe que ninguém está sozinho. Ninguém faz nada sozinho! Todo hábito, toda ansiedade, desejo, gana e querença encontra no plano astral seus respectivos cúmplices, torcedores e parceiros. 

Entidades desencarnadas e entes não humanos de diferentes matizes associam-se aos encarnados para com estes degustarem os sabores da gula, do fumo, do álcool, do sexo e outros tantos, sorvendo junto a energia vital de seus hospedeiros.

Muitos casos de tristeza profunda, falta de força, perda de energia, abatimento físico e confusão mental tem nestes vampiros astrais uma de suas principais fontes. 

Eles farão de tudo para que se continue sob os grilhões do vício, dependem disto para uma sobrevida, ainda que esta custe a vida de suas 'mulas'. 

A chave está em saber identificar estes pontos fracos, substituí-los por novos pensamentos e hábitos; está em criar uma profunda conexão com os Guardiões pessoais, mantendo os olhos no Alto; está em só por hoje resistir (só por hoje!), e focar no mais elevado ideal de si."

Caciano Camilo Compostela, Monge Rosacruz – Contato: facebook.com/ mongerosacruzcacianocompostela

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Crédito da imagem: Alexandre Godreau/unsplash

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23.8.18

Realização

Realização vs. Acomodação .:.

"Quando você se aceita como está, se conforma com as circunstâncias em que vive, baixa a cabeça para antigos hábitos e se acomoda, as dificuldades ganham força, os problemas não tem fim e se repetem aonde quer que vá!

A filosofia aplicada lhe sugere o conhecimento de si, lhe aponta o caminho da auto-observação e contínua transformação.

Se na natureza tudo progride, também tudo no gênero humano deve avançar.

Melhorar a cada dia, crescer a cada etapa, elevar-se a cada ciclo e iluminar-se a cada dia é a missão.

Não nos é pedido 'saltos quânticos', viradas repentinas ou guinadas de 360º, mas sim um consciente caminhar diário, contínuo e consciente.

Na medida do esforço maximiza-se a força.

Na medida da continuidade eleva-se a maturidade.

Na medida do aprofundamento resplandece a realização."

Caciano Camilo Compostela, Monge Rosacruz – Contato: facebook.com/ mongerosacruzcacianocompostela

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Crédito da imagem: Fleur Treurniet/unsplash

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13.6.18

Minimalismo

Aparências .:.

"O minimalista sempre terá dinheiro sobrando enquanto que o consumista nunca terá o suficiente!

A regra do minimalista é simples: tem dinheiro compra, não tem não compra! Já a do consumista é diferente: não tendo dinheiro compra-se 'fiado', pede-se emprestado ou endivida-se em parcelas, mas compra!

O consumismo sofre duma ansiedade crônica e precisa possuir agora para estar na 'moda', enquanto que o minimalismo é paciente e tem coragem para fazer a própria moda.

Viver o minimalismo não significa andar maltrapilho, não ter quase nada ou abster-se de prazeres na vida, trata-se justamente do oposto: o minimalista, em geral, não terá dívidas desnecessárias, será mais elegante, satisfeito e próspero.

Por experiência noto que o consumista tem um armário lotado mas é sempre assombrado pela sensação de não ter roupa para sair, enquanto que o minimalista sempre acha que tem roupa demais...

O indivíduo comum precisa de muitos cartões para sentir-se integrado ao sistema, importante e possuidor de recursos; o minimalista tem apenas o suficiente, preferencialmente um para manter-se no controle deste poder.

O minimalista, até por ter poucas contas, sempre paga adiantado abençoando o perfeito fluxo em sua vida; já o consumista esta sempre angustiado porque, não importa o quanto ganhe, é sempre engolido pelo dragão do descontrole.

O minimalista faz o que pode, o consumista vai além e, por conta da vaidade, troca os pés pelas mãos e perde-se no caminho.

O consumista está preocupado com a opinião dos outros, tem que aparentar maior felicidade e sucesso; o minimalista olha para dentro, descarta o supérfluo e opta pelo simples.

O consumista parece mais próspero, o minimalista o é de fato!"

Caciano Camilo Compostela, Monge Rosacruz – Contato: facebook.com/ mongerosacruzcacianocompostela

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Crédito da imagem: NIK

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8.4.18

A noite negra da alma

Noite Negra .:.

"Não se engane, crescer é um processo doloroso! Observe a semente lançada no ventre da terra, o esforço da borboleta e a cadeia alimentar: o curso da vida nada possui de pacato e fleumático.

Apenas olhares superficiais enxergam paz; a perpetuação e o avanço na natureza acontece mediante força, atrito, luta e batalhas.

Olhos desatentos veem na natureza uma mãe romântica, inocente e meiga que acaricia placidamente sua prole. Ingenuidade. A 'Mater Natura' é uma sábia senhora que exigirá - da semente e de ti - energia, fibra e tenacidade para vencer as cascas, renascer e transmutar-se.

O ponto mais escuro da noite é o que antecede a beleza do alvorecer.

As mesmas leis de luz e trevas que regem a mecânica biológica guiam a marcha espiritual. Eis uma realidade retratada na ritualística Rosacruz, Maçônica e n'outras mil tradições religiosas/iniciáticas.

Antes da ressurreição, o Iniciado deve não apenas morrer mas também 'descer aos infernos' para reencontrar-se, depurar-se e sublimar-se.

O termo 'Noite Negra da Alma' foi cunhado primeiramente por {São} João da Cruz no século XVI. Parceiro espiritual de Tereza d'Avila, ele foi não apenas um taumaturgo e místico de primeiríssima linha mas, igualmente, um fino poeta.

'La Noche Oscura del Alma', descreve a ascensão da consciência divina e, per si, configura as dificuldades entre deixar o onde se está para germinar, florescer e frutificar o que se é.

Graças aos longos e profícuos artigos de Blavatsky para a revista da Sociedade Teosófica e estudos perpetuados em 'Pelas Grutas e Selvas do Hindustão', 'A Voz do Silêncio' e 'A Doutrina Secreta' (livros que recomendo enfaticamente!) é que a expressão ganha 'mapas' marcadamente esotéricos, retratando com exatidão a jornada espiritual: o árido deserto interno precede o oásis da Iluminação.

A 'Noite Negra da Alma' é mais que um período trevoso de dificuldades corriqueiras, trata-se de um ponto de mutação na história individual de quem se propõe ou vê-se 'obrigado' a caminhar, amadurecer e evoluir."

Caciano Camilo Compostela, Monge Rosacruz – Contato: facebook.com/ mongerosacruzcacianocompostela

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Crédito da imagem: Google Image Search

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11.3.18

Ser feliz sozinho

Solidão .:.

"Tom Jobim era um gênio, mas estava errado ao afirmar que é impossível ser feliz sozinho, quando é justamente o oposto.

A felicidade só é possível para quem aprendeu a ficar sozinho. Quem esconde sua insuficiência no sonho da relação perfeita arrasta para o buraco o desafortunado que lhe dá as mãos; indivíduos que não se suportam são insportáveis!

Muitos imaginam que o amor vai superar e resolver todos os problemas; amarga ilusão: ele é recompensa, e não remédio."

Caciano Camilo Compostela, Monge Rosacruz – Contato: facebook.com/ mongerosacruzcacianocompostela

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Crédito da imagem: Tim Bogdanov/unsplash

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7.2.18

Felicidade

Plenitude .:.

"Existe uma dose de insatisfação, de inquietação, absolutamente necessária para se manter a roda da vida girando. Estar um pouco infeliz é essencial para uma genuína felicidade. O indivíduo plenamente satisfeito consigo mesmo morreu, encerrou todo um aprendizado e deveria ter o bom-senso de partir antes do tédio corroer-lhe a perfeição.

Felicidade é, em linguagem poética, um arco-íris cuja existência é relativa e deixa de existir se chegamos muito perto.

Quem diz-se inteiramente satisfeito, completo e inteiro não é feliz mas uma anomalia, um fruto maduro que logo cai da árvore e começa a podrecer. É a vida.

Ter felicidade e ser feliz são coisas distintas; por vezes nos perdemos procurando o que já temos e nos gastamos tentando manter o que, na verdade, já perdemos.

Compreender portanto que a felicidade é, como a vida, eterno movimento e insaciável transformação, nos desprende de modelos fixos, rasga a fotografia de príncipes/princesas encantadas, dissolve a vã expectativa por prometidos paraísos e libera-nos para aceitarmo-nos sob as dores e delícias de sermos quem somos. Sem culpa. Sem ilusões."

Caciano Camilo Compostela, Monge Rosacruz – Contato: facebook.com/ mongerosacruzcacianocompostela

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Crédito da imagem: Google Image Search (Banksy)

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7.12.17

Maledicência

Peçonha .:.

"Se você dirige ou conhece o trânsito de nossas grandes cidades deve ter notado que, por ocasião d'algum acidente, o nó que se forma nas estradas deve-se muito mais a curiosidade mórbida em ver o sangue fresco do infortúnio do que propriamente a razões técnicas.

Se você tem um aparelho de TV dentro de casa talvez tenha notado que um dos gêneros de maior audiência e destaque - por vezes dominical - são aqueles que mostram a queda, o deslize, o desastre e a vergonha do outro. Famílias inteiras se reúnem sob o silencioso prazer de ver e rir (!) do tombo de outros seres humanos.

Questões filosóficas a parte, a maledicência apresenta fundamentalmente as mesmas bases: o indivíduo encontra nesta uma oportunidade de ¹criar um laço de confidencialidade com seus ouvintes, ²ver-se como superior por não ter caído nas mesmas falhas e ³comprazer-se na referida infelicidade.

No geral o hábito de falar mal dos outros expressa não uma real vontade de ajudar o ouvinte, alertá-lo quanto a possíveis problemas ou mesmo retificar quaisquer erros mas, em realidade, o desejo secreto de espalhar o veneno, disseminar a discórdia, empreender pequenas vinganças e crescer as custas da desgraça alheia.

Quem tem o sombroso costume da 'fofoca', quem toma parte em círculos de 'linchamentos' (físicos, sociais ou virtuais) e se apressa em atirar as primeiras pedras, pode até ser que tenha de fato razão mas não é confiável pela simples razão de que se o fez ontem e o faz hoje, certamente o fará amanhã.

Aquele que fala mal de 'X' para 'Y' agora e dança sobre o caixão de suas imperfeições, não resistirá a tentação de fazer isto com o próprio 'Y' quando a oportunidade se apresentar...

Sim, claro, tem-se todo o direito - e até o dever - de lutar por justiça, equiparações e esclarecimentos; mas se os atos e palavras reverberadas não possuem qualquer outro efeito além do tripúdio vazio, a chacota infértil e a retaliação dissimulada, corre-se sim o perigo de, no mínimo, engasgar-se com a própria peçonha!"

Caciano Camilo Compostela, Monge Rosacruz – Contato: facebook.com/ mongerosacruzcacianocompostela

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Crédito da imagem: Priscilla Du Preez/unspalsh

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3.11.17

O Gato da Bruxa

Guardiões .:.

"Adorados como encarnações dos deuses ou odiados como seres demoníacos, os gatos tem experienciado todos os graus da nobreza, maldade, afeto, neuroses e loucuras humanas. A milenar história entre nós e eles é tão antiga quanto controversa, cheia de altos e baixos, repleta de eventos insignes e também vergonhosos!

Por decreto faraônico, qualquer um que matasse ou maltratasse um gato poderia ser condenado a pena de morte no Egito antigo. Para os povos pagãos da Europa ele estava associado as deusas da magia e do submundo. Na idade-média, foi associado a figura da bruxa e catalogado como ente diabólico enquanto n'época das navegações era amigável companhia no extermínio de roedores, e a 'high society' vitoriana o marcou como símbolo de refinamento e arte.

Os pormenores deste convívio poderiam se multiplicar por mil; o fato inconteste é que a relação homem/gato nada teve de maçante, morno ou monótono.

Dada sua alta sensibilidade, o gato está legitimamente associado a magia. Ele é não apenas capaz de perceber como também reproduzir em si e até absorver disfunções circundantes.

Em seu aspecto oculto, o gato tende a criar um forte elo de ligação com seu dono, pressentindo seu estado emocional e fazendo-se, naturalmente, uma espécie de catalizador que 'capta', 'digere' e 'transmuta' energias dissonantes!

Esotericamente, o gato (de qualquer cor ou espécie) é um guardião, não da casa ou contra estranhos como o cachorro, mas do invisível.

Quem manifesta acentuada aversão ou medo de gatos, n'alguns casos, possui dificuldades em enfrentar sua própria natureza lunar e inconsciente.

O gato é sempre um símbolo esfíngico de sorte, conexão, mistério, instinto e intuição.

Digno de toda admiração, respeito e amor como todo animal, o gato doméstico retrata significativa parte do nosso passado, nossa essência e nosso futuro."

Caciano Camilo Compostela, Monge Rosacruz – Contato: facebook.com/ mongerosacruzcacianocompostela

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Crédito da imagem: Marko Blažević/unspalsh

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2.10.17

Tristeza dos Abismos

Tristeza dos Abismos .:.

"Cuidado, a tristeza é uma esfinge estranha… Se você lhe decifra os enigmas ela te abençoa, caso não, lhe arranca a cabeça!

Não tema, seu objetivo é lhe apontar o vazio, conduzir a reflexão e ao aprofundamento.

Se no lugar do questionamento, meditação e reencontro, optar por tapar o buraco em romances imaginários, compras desnecessárias, diversões frívolas ou vícios alucinantes em vã tentativa de fugir de si mesmo, cuidado, pois ela lhe penetra mais fundo, se alastra, domina e consome.

Mil, mil vezes preferível uma tristeza reflexiva, consciente e verdadeira do que uma felicidade rasa, abobalhada e simulada; não raro, o riso frouxo, a gargalhada excessiva e a necessidade de mostrar-se sempre radiante varre para debaixo do tapete os cacos perfurantes da depressão.

O indivíduo consciente é sinceramente feliz, não por ostentar a leveza da fantasia mas pela coragem de mergulhar na gravidade de si."

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Crédito da imagem: Google Image Search/ancient-code.com

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3.9.17

Magia natural

Magia .:.

"Esqueça os efeitos irrealistas de Hollywood, descarte as pregações raivosas dos pastores, o temor irracional das beatas e os excessos carnavalescos dos ocultistas; a verdadeira magia é algo simples, acessível, natural e necessário.

Todos praticam magia, quer queiram e estejam cientes disto ou não.

Fundamentalmente magia é a habilidade de conduzir as circunstâncias de acordo com a vontade!

Magia, em sua mais pura substância, não exige o conhecimento de línguas arcaicas, a aquisição de instrumentos exóticos, a associação com fraternidades ocultas, ou vestimentas especiais.

A Magia é algo vivo, pulsante, dinâmico; brota com muito mais força do coração, do sentimento, da emoção do que da razão. Ela é rebelde, não se sujeita aos rituais mecanicistas, não obedece a tradições estéreis e nem se circunscreve aos diagramas e livros que temos orgulhosamente guardado na bagagem dos séculos.

Existem apenas três vias para a genuína magia: 
autoconhecimento, autodomínio e auto-iluminação.

Existem apenas três coisas para exercitar em magia: 
vontade, emoção e imaginação.

Existe apenas um único objetivo em magia:
plenificação do ser.

De todo o restante, algumas coisas podem até serem importantes, mas não são essenciais. Guarde isso!"

Caciano Camilo Compostela, Monge Rosacruz – Contato: facebook.com/ mongerosacruzcacianocompostela

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Crédito da imagem: Gravura de autor anônimo, divulgada primeiramente em um livro de Camile Flammarion

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