Pular para conteúdo
14.7.21

Lançamento: Rumi - Além das ideias de certo e errado

As Edições Textos para Reflexão enfim retornam à poesia!

Em Rumi - Além das ideias de certo e errado, Rafael Arrais volta a traduzir e comentar a vasta obra poética do grande expoente do sufismo, o misticismo do Islã. Dando continuidade ao que foi iniciado em outro livro, A dança da alma, o tradutor, que hoje também é praticante do sufismo, se aprofunda ainda mais nos abismos poéticos de Rumi.

Um ebook já disponível para o Amazon Kindle; e na versão impressa, tanto na Amazon quanto no Clube de Autores:

Comprar e-book (Kindle) Comprar livro (Amazon) Comprar livro (Clube de Autores)

***

Alguns poemas de Jalal ud-Din Rumi, Shams de Tabriz e Rabia Basri que estão no livro já foram postados aqui no blog, vejam:

» Poemas de Rumi
» Poemas de Shams de Tabriz
» Poemas de Rabia Basri

***

Leiam também Rumi - A dança da alma:

Marcadores: , , , , , , , , , ,

6.9.17

O Livro da Reflexão: com vocês, os impressos

Após inúmeros pedidos, finalmente estamos lançando os primeiros três volumes do Livro da Reflexão também na versão impressa. Amar e perder, A roda dos deuses e As lições da ciência já se encontram à venda pelo Clube de Autores:

Comprar Amar e perder Comprar A roda dos deuses Comprar As lições da ciência

Obs.: Ainda falta o quarto e último volume que, como muitos devem ter imaginado, tratará de Filososia e outros temas que ainda não foram abordados nos demais. Até meados do ano que vem, deve estar pronto!

***

» Baixar volumes do Livro da Reflexão na versão e-book


Marcadores: , ,

18.8.15

Lançamento: A fórmula do ateísmo

As Edições Textos para Reflexão publicam novamente um livro de Igor Teo, colunista do portal Teoria da Conspiração:

"Este livro não é apenas sobre religião. Numa sociedade marcada cada vez mais pelo espírito cético e pós-tradicional, Igor Teo demonstra como o fundamento da crença é o que temos de mais básico em nossa relação com o mundo. Estamos a todo o momento acreditando em algo, e agindo no mundo segundo uma crença. Acreditamos não apenas que Deus exista ou não, mas também na ordem econômica, na ordem social, na nossa identidade, na forma que nossas relações com as outras pessoas supostamente devem acontecer.

Nossas crenças sobre nós mesmos e o funcionamento do mundo constituem a fantasia subjetiva que herdamos da sociedade e da relação com o Outro. É com nossas próprias fantasias sobre o mundo que temos que viver e lidar inevitavelmente. Através da psicanálise, o autor busca entender a instituição da crença na nossa vida, discutindo a questão levantada por Jacques Lacan como a “verdadeira fórmula do ateísmo”, em que se entende que tal fórmula não seria de que Deus está morto, mas que na verdade Deus é inconsciente."

Comprar eBook (Kindle) Comprar versão impressa

***

Abaixo, segue o prefácio do livro, por Rafael Arrais:

Sócrates foi acusado de ateísmo, e condenado à morte pela ingestão de veneno.

Jesus de Nazaré foi acusado de ateísmo, e condenado à morte pela crucificação.

Benedito Espinosa foi acusado de ateísmo, e excomungado do judaísmo por sua comunidade.

Já Albert Einstein, a despeito de ser um grande simpatizante do deus da filosofia de Espinosa, certamente foi acusado de ateísmo por tantos outros. Para a sorte do cientista alemão, no entanto, em sua época o ateísmo já não era mais um crime passível de excomunhão de comunidades, ou de penas de morte.

Em sua origem na Grécia antiga, pouco antes dos tempos socráticos, o termo atheos significava “sem Deus”, ou “aquele que cortou seus laços com os deuses”. Ele era aplicado a todos aqueles que abandonavam, ou tentavam deturpar, as crenças oficiais de suas respectivas comunidades.

Hoje em dia, no entanto, há muitos autoproclamados ateus que efetivamente não creem em seres sobrenaturais de qualquer espécie. Eles costumam dizer que a sua única diferença para com os crentes é o fato de eles “crerem num deus a menos”. Mas, será mesmo?

O que este livro vem nos mostrar, através da sua análise didática do pensamento de Sigmund Freud, Jacques Lacan, Slavoj Žižek e alguns outros pensadores da psicologia humana, é que os antigos estavam certos: de fato, é mesmo impossível sermos “totalmente ateus”, pois é impossível sermos “100% céticos” – acreditamos num deus a menos, está bem, mas quem disse que isso nos faz descrentes de todos os deuses?

Afinal, se não cremos em Javé, Allah, Krishna, ou nem mesmo no deus de Espinosa, isso não significa que sejamos ateus para o deus do consumo, o deus do comunismo, ou o deus do liberalismo. Se todos os deuses são ficções, coisas que se passam na mente humana, e não na realidade objetiva, então a Declaração dos Direitos Humanos, o Manifesto Comunista e a Bíblia Sagrada estão todos no mesmo barco, e ele se chama linguagem.

Dessa forma, talvez o melhor caminho para compreendermos a inefável natureza da Natureza seja voltar nosso olhar para aquele deus que é capaz de contemplar, elaborar e interpretar o que há no tempo e no espaço: nós mesmos.

Pois, seja sobrenatural ou não, fato é que ele reside num mar profundo e pouco navegado. Este livro, como tantos outros, não lhe servirá de muito auxílio se você mesmo não se resolver a arriscar um mergulho dentro de si.

Na filosofia, a única certeza que temos é de que existe algo, e não nada. Ironicamente, o que muitos místicos navegantes descobriram a duras penas é que, no fim das contas, não necessitamos realmente de nenhuma outra.


Marcadores: , , , , , , , ,

6.11.14

Lançamento: Conhecendo a Psicanálise

As Edições Textos para Reflexão publicam novamente um livro de Igor Teo, colunista do portal Teoria da Conspiração e autor do blog Artigo 19:

"Conhecendo a Psicanálise é um livro introdutório que visa proporcionar ao leitor um entendimento dos fundamentos da psicanálise. Ao longo da obra são discutidos temas como inconsciente, sintoma, psicoterapia, interpretação, complexo de Édipo, dentre outros, através de uma visão que busca unir os aspectos psicodinâmicos do sujeito com as características sociais que marcam nosso tempo. Numa linguagem acessível, são transmitidas ideias de autores como Freud e Lacan, principais expoentes deste campo."

Comprar versão impressa

***

Abaixo, segue o prefácio do livro, pelo próprio autor...

A modernidade é marcada pela massiva racionalização da relação do homem com a natureza e a vida. A ciência moderna cada vez mais calcula, mede, quantificada, experimenta. Este modelo de racionalidade tem um caráter totalitário, uma vez que não admite que outros modos de produção de conhecimento – não orientados pelos mesmos princípios epistemológicos e metodológicos – sejam considerados racionais. Assim, o modo de produção de conhecimento que marca a modernidade pretende-se hegemônico. O valor e a consequente validade da ciência moderna estão na possibilidade que ela oferece de manipulação, controle, e dominação da natureza e da vida através do conhecimento das leis que regem os fenômenos.

A segunda metade do século XX foi marcada pelo desenvolvimento de novas e de antigas ciências, muitas das quais influenciaram a história da psicologia. A invenção do computador, um dispositivo técnico capaz de memorizar, calcular e resolver problemas trouxe a tona o questionamento sobre o que fundamenta a inteligência humana e o que a diferencia do animal.
O computador foi considerado um sistema equivalente à mente humana, pois pode desenvolver as mesmas operações e chegar aos mesmos resultados.
O computador, no entanto, é uma mente sem reflexão. Ele processa informações,
mas é incapaz de pensar sobre o que faz.

A psicanálise (e este livro) vai tratar do humano, que justamente é diferente do maquínico. Um ser humano que, a partir de sua subjetividade, produz um sentido para sua experiência, sendo capaz de refletir e criar modelos alternativos a simples repetição de padrões instituídos. Esta é uma perspectiva que vai à contramão da modernidade e todo seu império técnico-utilitarista. Não são poucas as dificuldades que encontramos numa prática psicológica que vise à singularidade e os diversos modos de existência do sujeito, dificuldades estas associadas, sobretudo, a interesses capitalistas ligados à produtividade e consumo (afinal, precisa-se apenas de indivíduos sadios para trabalhar e adaptados à sociedade para consumir).

Neste sentido, espero que esta obra seja uma fonte de reflexão e questionamentos ao leitor. Mas que vá além de uma racionalidade prática, envolvendo afetos e, digamos, um espírito revolucionário, pois este nos coloca num perpétuo questionamento acerca de nossas ideias, sempre ponderando sobre nosso conhecimento. É a subjetividade humana na produção de conhecimento em oposição à falsa objetividade.


Marcadores: , , , , , ,

6.5.14

Lançamento: A terapêutica da palavra - da Magia à Psicanálise

As Edições Textos para Reflexão têm o prazer de lançar o primeiro livro de Igor Teo, colunista do portal Teoria da Conspiração e autor do blog Artigo 19:

"O que possuem em comum um xamã e um psicoterapeuta do século XXI? E o que os diferenciam? Separados pelo tempo e o espaço social, ambos lidam em seus respectivos pressupostos com a complexidade da existência.

Esta obra é uma pequena jornada pela mente humana, em seus níveis cognitivo, emocional e corporal, demonstrando como estes estão relacionados com a linguagem, e em última instância, a própria palavra. Pois tudo é narrativa, dos mitos às notícias, da história dos povos à nossa própria história. Façamos aqui então uma narrativa psicoterápica."

Comprar versão impressa

***

Abaixo, segue o meu prefácio para o livro...

Cascas de sentimento

Um caçador entra na tenda de um xamã. É um xamã antigo, que o conhece desde que ele nasceu. Como de costume, ele já sabe o que o caçador irá perguntar, “Onde devo caçar amanhã, o que dizem os deuses?”, e se prepara para o início do ritual – afinal, a sobrevivência de toda a tribo depende de boas caçadas.

Deixemos este planeta pequenino girar milhares de vezes em torno de seu astro, e teremos outra cena, onde um executivo, CEO de uma multinacional que vai muito mal na bolsa de valores, adentra a sala do seu terapeuta cheio de questões existenciais e angústias encarceradas em sua infância e adolescência.

As perguntas serão mais complexas e as respostas, provavelmente menos objetivas, mas a função do terapeuta, mesmo assim, não é tão diferente da do xamã. Separados pelo tempo e o espaço, ainda assim continuam lidando com o mesmo elemento – a alma humana, e a complexidade da existência.

Hipócrates, “pai da medicina”, dedicou sua vida ao estudo de formas racionais para o tratamento de doenças. Era avesso a superstição e as práticas de “barganhas” com os deuses em busca de curas milagrosas. Dizia que “tudo acontece conforme a natureza”, que a cura “está ligada ao tempo e às vezes também às circunstâncias”, e por isso mesmo nenhum médico poderia prometer cura, e sim tratamento: “Tuas forças naturais, as que estão dentro de ti, serão as que irão curar suas doenças”.

A medicina moderna, no entanto, parece ter a tendência a analisar o corpo como uma máquina. Fascinados pelos avanços da tecnologia, talvez tais médicos pensem que a maquinaria avançada possa fazer todo diagnóstico e tratamento quase que no “piloto automático”, e que eles devem tão somente estar muito bem informados acerca das últimas descobertas das ciências médicas.

Para os materialistas eliminativos, que levam a ideia de “máquina biológica” às últimas consequências, a própria subjetividade, a ideia de que temos uma consciência e que participamos em suas escolhas de alguma forma, nada mais é do que uma ilusão persistente.

Segundo o arqueólogo Peter Watson, “as ciências sociais, psicológicas e cognitivas permanecem enlatadas em palavras e conceitos pré-científicos. Para muitos de nós, a palavra “alma” é tão obsoleta quanto “flogístico”, mas os cientistas ainda usam palavras imprecisas como “consciência”, “personalidade” e “ego”, para não falar em “mente”. Os artistas ainda podem divertir-se com esses conceitos, mas os assuntos mundiais sérios já seguiram em frente” [Not Written in Stone, New Scientist, 29/08/2005].

Sem dúvida que os artistas ainda se divertem. Segundo Alan Moore (vocês ainda ouvirão falar mais dele neste livro), “a magia, como a arte, é uma ciência da linguagem, do uso de símbolos para induzir alterações na consciência”. Isto quer dizer que, se é que existe a alma, ela parece existir neste fluxo de estados de consciência, onde a chave que abre e fecha suas intermináveis portas é nada mais que a palavra, a linguagem.

Dessa forma, das pinturas rupestres ao cubismo de Picasso, dos rituais para Dionísio ao último sucesso da Broadway, das esculturas da Deusa Mãe ao hiper-realismo de Ron Mueck, das antigas máscaras tribais ao garotinho que veste a máscara do Homem-Aranha no último sucesso de Hollywood, estamos ainda, todos nós, encenando os fatos da mente humana através destes símbolos que, a despeito das promessas do racionalismo da pós-modernidade (ou como diabos chamem isto hoje em dia), não estão desvanecendo, não estão indo embora, e jamais irão!

A maior capacidade do ser humano é, afinal, a interpretação de símbolos. É somente isto que nos separa das máquinas mais avançadas, que somente computam, somente seguem algoritmos e programação de ponta, mas não imaginam, não criam, não interpretam; são, enfim, apenas “machadinhas mais elaboradas”.

E, se você, como eu, acredita nisso, esta obra que tem em mãos pode ser de enorme utilidade para que possa conhecer melhor os meandros da sua própria mente, da sua própria alma, e de tudo o que os xamãs, novos ou antigos, têm encontrado em seu vasto universo interior.

Afinal, nós somos universos nós mesmos, com tantos neurônios flutuando em nosso crânio quanto estrelas no espaço-tempo observável, e com tantos mitos e construções da realidade quanto pudemos, ao longo de nossa história, transportar para as palavras e a linguagem.

E, a grande ironia disso tudo é que toda a linguagem humana foi criada, no fundo, para falar daquilo que não pode ser dito. Como diria o poeta inglês, John Galsworthy, “as palavras são apenas cascas de sentimento”.

Cabe aos terapeutas e aos xamãs trazer este sentimento à tona...

Rafael Arrais, Maio de 2014


Marcadores: , , , , , ,

3.10.13

Lançamento: Rumi - A dança da alma

Após cerca de 9 meses de seleções, traduções e comentários, o meu livro acerca da assombrosa poesia de Rumi está pronto e disponível nas versões impressa e digital:

Comprar e-book (Kindle) Comprar livro (Amazon) Comprar livro (Clube de Autores)

» Baixe gratuitamente uma amostra do livro (28 páginas, PDF)

***

Jalal ud-Din Rumi foi um poeta e teólogo sufi que viveu na Anatólia (atual Turquia), no século XIII. Embora sua obra tenha sido escrita originalmente em persa, a importância de Rumi transcendeu fronteiras étnicas e nacionais. Seus poemas foram extensivamente traduzidos em várias das línguas do mundo e transpostos em vários formatos. Em 2007, Charles Haviland o descreveu como "o poeta mais popular da América" em artigo publicado no site da BBC.

Ele não estava distante da verdade, em 2013 uma única página dedicada a Rumi no Facebook contava cerca de um milhão de seguidores. Apesar de pouco conhecido no Brasil, os livros com a poesia de Rumi são best-sellers nos EUA há décadas. Numa pesquisa na Amazon.com por "Rumi", encontramos mais de 5 mil resultados. E aqui no Brasil, as traduções de Rumi podem ser contadas nos dedos de uma só mão. Estou entrando nesta dança também para fazer justiça a este poeta tão magnífico, e tão pouco traduzido para o português.

Acompanham os poemas, selecionados e traduzidos por mim, meus comentários inspirados em sua luz grandiosa. Ao longo do livro, falo também sobre a vida de Rumi, e de seu encontro com Shams de Tabriz, o catalisador de toda a sua divina embriaguez no Amor...

Rafael Arrais

***

Seguem abaixo trechos curtos de alguns poemas, escolhidos intuitivamente:


Além das ideias de certo e errado,
há um campo. Eu lhe encontrarei lá.

Quando a alma se deita naquela grama,
o mundo está preenchido demais para que falemos dele.
Ideias, linguagem, e mesmo a frase “cada um”
não fazem mais nenhum sentido.

***

Bata suas asas de amor e as faça fortes.
Esqueça a ideia das escadas religiosas.
O amor é o telhado. Seus sentidos são calhas d’água.

Beba a chuva diretamente do telhado.
Calhas são facilmente quebradas
e por vezes precisam ser trocadas.

Recite este poema em seu peito.
Não se preocupe como ele soa
passando por sua boca.

***

No momento em que ouvi minha primeira história de amor
eu comecei a procurar por você, mal sabendo
quão cego estava.

Os amantes não se encontram finalmente nalgum lugar.
Eles sempre estiveram um dentro do outro.

***

Tentei encontra-lo na cruz do Cristo, mas ele não estava lá.
Fui até os templos dos hindus e visitei os antigos pagodes (templos orientais),
mas não achei nem mesmo o seu rastro...

Eu escalei montanhas e o busquei nos vales
mas nem nas alturas nem nas terras baixas consegui encontra-lo.

Fui até a Caaba em Meca, mas não o vi.
Questionei os eruditos e os filósofos,
mas ele estava além do seu entendimento...

Então finalmente olhei para o meu coração
e lá estava ele.

Foi onde ele morava que o vi;
ele não poderia ser encontrado em nenhum outro lugar.

 

***

Veja também no Facebook:

» Galeria com as imagens internas do livro

» Rumi Brasil

Veja também no YouTube:

» Rumi e o misticismo islâmico (vídeo baseado em roteiro de Rafael Arrais)

***

Leiam também Rumi - Além das ideias de certo e errado:

Marcadores: , , , , , , , ,

16.8.13

Vote no conto "O Mensageiro" para o Prêmio Clube de Autores de Literatura Contemporânea

Pessoal, estou concorrendo com o conto "O Mensageiro" (parte do livro "Os Evangelhos de Tomé e Maria") ao Prêmio Clube de Autores de Literatura Contemporânea. Quem puder ajudar com o voto, basta cadastrar um e-mail válido para a confirmação:

Muito obrigado a todos que votaram, alcançamos o objetivo de ficar entre os 10 primeiros! Agora tudo vai depender da avaliação dos jurados, torçam por mim :)

Obrigado a todos que torceram, mas não conseguimos o prêmio pela avaliação dos jurados (tampouco sabemos quem ou quantos eram). A ganhadora foi Carla Cintia Conteiro com a obra O Ponto Aumentado.

***

Quem não têm o livro, pode ler o conto na íntegra aqui mesmo no blog:

» Parte 1: O Mensageiro dos Céus (no livro mudei o título para "O Buscador")

» Parte 2: O Rabi

» Parte 3: O Pescador de Almas

» Parte 4: O Ungido

» Parte 5: O Traçador de Círculos

» Parte 6: O Zelote

» Parte 7: O Filho da Vida

» Parte 8: O Recitador

» Parte Final: O Amante


Marcadores: , ,

28.7.13

Lançamento: Os Evangelhos de Tomé e Maria

Os evangelhos apócrifos são basicamente todos aqueles que não foram incorporados “oficialmente” ao Novo Testamento [NT]. Eles se relacionam claramente com Jesus Cristo e trazem alguns dos eventos citados no NT, muitas vezes sob outra ótica ou interpretação. A maior parte dos evangelhos apócrifos que chegaram à modernidade faz parte da Biblioteca de Nag Hammadi, um conjunto de pergaminhos antigos que foram enterrados em vasos no deserto, e só vieram a ser descobertos em 1945.

Esta edição traz dois dos textos mais profundos encontrados em Nag Hammadi: Os Evangelhos segundo Tomé e Maria Madalena. Os acompanha uma série de contos (O Mensageiro) inspirados no gnosticismo e escritos por Rafael Arrais, autor deste blog e tradutor e editor de diversos livros ligados a espiritualidade, a poesia e a filosofia.

Comprar eBook (Kindle) Comprar versão impressa

***

Abaixo, o prefácio do livro (uma cortesia de Giordano Cimadon):

Houvessem sido encontrados na forma de antigos pergaminhos escondidos no interior de velhos jarros de cerâmica enterrados nas silenciosas areias de algum deserto oriental, os contos que formam O Mensageiro seriam hoje considerados narrativas gnósticas escritas por algum místico iluminado dos primeiros tempos da era cristã.

Seu estilo se aproxima bastante daquele empregado por muitos dos antigos gnósticos quando narravam a vida do Salvador e os seus ensinamentos. Ao lado de preceitos éticos e filosóficos apresentados com grande clareza, existem verdades esotéricas veladas por uma poesia que pode ser facilmente confundida com aquela nascida da pena de um sábio persa, ou pelos diálogos que evocam a sabedoria dos enigmáticos mestres orientais.

Embora as palavras que tecem os contos tenham sido empregadas com a destreza que se espera de um escritor moderno, a sensação que nos transmitem é de que foram deliberadamente arranjadas por algum hábil criptógrafo dos tempos medievais. Símbolos e alegorias bastante significativos aguardam o momento em que serão decifrados por todo aquele que carregue em seu coração a chave da gnosis.

O personagem central de O Mensageiro é apresentado como um homem excepcional, um enviado de Deus, mas um homem que hesita, que num primeiro momento não compreende a sua missão, que considera a si mesmo um homem simples, comum como todos os outros. À exemplo dos gnósticos, ele descobre a verdade dentro de si mesmo e por seus próprios esforços, e pretende ajudar os seus semelhantes a encontrarem, eles também, a verdade, cada qual à sua própria maneira.

Este humano mensageiro possui um mestre de terras distantes, um sábio budista que viaja às terras do Oriente Médio em busca de um enviado divino. Sua mensagem sobre o Reino dos Céus é esotérica, podendo ser compreendida em diversos níveis, por cada um que a ouve, à sua maneira. Este é o caso do conto em que o mensageiro conquista a simpatia e contrai a amizade e o respeito do demônio tentador das sombras que o ameaça, e ainda o converte em um de seus mais dedicados discípulos.

Outro de seus grandes amigos foi um guerreiro que pretendia sacrificar a vida de muitos em nome de uma liberdade ilusória. Ao invés de repreender seu amigo pela disposição assassina movida por uma ignorância justificada, o mensageiro prefere ensinar a ele uma lição definitiva, oferecendo a si próprio como um sacrifício solitário, com o objetivo de garantir a todos a possibilidade de uma liberdade autêntica, que é a liberdade da alma.

Além disso, foi inspirado e levado pelos anjos dos Céus a conhecer, momentos antes de sua partida, a personagem gnóstica mais importante da era que marcou a difusão da essência de sua mensagem esotérica. Esta mulher foi escolhida para ser não só a sua mensageira e a sua divulgadora, mas também a sua discípula e sua amiga, alguém que parecia desfrutar de grande intimidade espiritual com o mensageiro.

Atrás de todas estas narrativas envolventes estão escondidas pérolas de conhecimento universal que o autor, em seus momentos de inspiração, elaborou através de sua poesia. Os esforços realizados pelo leitor que almeja a sabedoria oculta na representação heterodoxa de Jesus em O Mensageiro serão absolutamente recompensadores, e mais ainda em virtude da possibilidade de realizar este mesmo mergulho nas profundezas dos outros dois textos que o acompanham nesta edição primorosa: Os Evangelhos de Tomé e Maria.

No primeiro deles encontramos um Jesus absolutamente místico e mensageiro de ensinamentos revolucionários, os quais ensinam seus discípulos a encontrar o Reino dos Céus no fundo de suas próprias consciências, e não em algum lugar no tempo e no espaço. Este mensageiro do Evangelho de Tomé afirma que o Reino dos Céus está ao alcance de todos os seres humanos, e que estes podem alcançá-lo mediante a gnosis, a sabedoria divina, a qual é capaz de transformá-los radicalmente.

Através de suas palavras conhecemos um Jesus que não se apresenta como um intermediário entre o homem e o Reino dos Céus, mas como alguém que alcançou sua iluminação interior mediante seus próprios esforços, e que agora pretende indicar, com precisão esotérica, um caminho que levaria os demais até este mesmo estágio interior.

Esta iluminação é, portanto, uma busca, e uma busca que traz sofrimento e espanto, já que está relacionada com a descoberta íntima da natureza espiritual do homem e do universo que o cerca. Mudança de identidade e de percepção dos mundos físico e espiritual através do conhecimento que começa em si mesmo, eis aí o que propõe Jesus neste Evangelho que pode ser lido como uma mensagem espiritual bastante subversiva.

E uma mensagem como esta somente poderia ter sido concebida e entregue por um professor absolutamente libertário como era o Jesus retratado pelos gnósticos. Um professor que não se limitava à ensinar uma verdade através de uma forma única, pretendendo que ela servisse da esma maneira a todos os corações. Esta sua característica pode ser vista no Evangelho de Maria, o segundo evangelho que acompanha esta edição, onde encontramos um Jesus que ensinava a cada qual segundo sua inclinação particular para aprender, e tinha mensagens individuais que entregava a seus discípulos.

Foi exatamente o que aconteceu com Maria Madalena, sua discípula e companheira, quem recebeu do mensageiro um ensinamento particular e íntimo, que mais tarde entregou também aos demais discípulos. Entre outros motivos, este talvez tenha sido um dos que provocou a antipatia de Pedro por aquela mulher preferida entre os apóstolos.

Na ótica dos antigos gnósticos, aquele que se transformaria na pedra angular da Igreja de Cristo, segundo os evangelhos canônicos, não via com bons olhos a intimidade de Maria Madalena com o Salvador, e relutava em aceitar o papel de liderança que ela exercia naquela comunidade de primeiros cristãos.

É provável que a rivalidade de Pedro para com Maria Madalena não estivesse somente relacionada com uma disputa pelo poder. Talvez sentimentos mais corriqueiros sustentassem esta rivalidade. Pedro poderia muito bem sentir-se envergonhado ao lembrar do momento da prisão e da crucificação de seu Mestre, quando ao invés de ter seguido o exemplo de Maria Madalena e ficado junto ao Salvador em seus momentos de maior angústia, chegou até mesmo a negar tê-lo conhecido. Pode também a raiva de Pedro encontrar seu fundamento no sentimento da inveja, já que após a sua ressurreição Jesus decidiu aparecer primeiro diante de uma mulher, e não de seus discípulos homens.

Contudo, esta provável mesquinhez de Pedro não deve fechar os olhos da alma do leitor para a possibilidade de que também esta que parece ser apenas mais uma rivalidade banal entre discípulos encerre um sentido oculto que aguarda ser revelado. Pois sempre há um sentido esotérico dado pelos antigos gnósticos aos seus escritos, e este deve ser encontrado por cada um. Caso contrário, como nos avisa Tomé, fogo sairá das pedras lançadas pelos transtornados e este mesmo fogo os consumirá.

É oportuno buscar também a este sentido esotérico nos contos que formam O Mensageiro, pois tal sentido é como um espírito imortal que anima suas palavras, além de ser o fio que os enlaça com a tradição gnóstica de séculos passados. Através da estética que o caracteriza, proporcionará uma leitura agradável aos olhos da carne, mas através da essência que lhe dá vida, será alimento para toda alma que anseia pela plenitude.


Giordano Cimadon é psicólogo, escritor, professor gnóstico e coordenador das atividades da Sociedade Gnóstica Internacional (www.sgi.org.br).


Marcadores: , , , , , , , , , ,

9.6.13

Lançamento: Tao Te Ching

Tao Te Ching

Nesta tradução exclusiva do Tao Te Ching a partir da tradução clássica de James Legge para o inglês, Rafael Arrais (poeta, escritor, editor e autor do blog Textos para Reflexão) usa do auxílio precioso das interpretações do ocultista britânico Aleister Crowley e do filósofo brasileiro Murillo Nunes de Azevedo para compor uma visão moderna da antiga sabedoria de Lao Tse. Não se trata de uma tradução para os que adoram ao Tao como numa religião organizada, mas antes para os que o amam e desejam seguir no Caminho Perfeito; ou ainda, para aqueles que nunca ouviram falar dele...

Comprar eBook (Amazon) Comprar eBook (Kobo) Comprar livro impresso (Amazon) Comprar livro impresso (Clube de Autores)

***

Conforme já falamos da tradução e do prefácio, agora traremos alguns trechos do livro em si:

O conhecimento da imortalidade

Aquele que conhece os homens
possui um grande intelecto.
Aquele que conhece a si mesmo
é possuído por uma grande iluminação.

Aquele que conquista batalhas é forte.
Aquele que conquista a si mesmo é realmente poderoso.

Aquele que se satisfaz com o que tem
é rico.
Aquele que mantém firme sua ação
alcançou a Vontade.

Aquele capaz de se adaptar a todas as situações
alcançou a longevidade.
Aquele que morre e, no entanto, não perece,
alcançou a imortalidade.

***

A doença do saber ilusório

Saber, e saber que nada sabemos, é a mais alta realização.
Não saber, e achar que se sabe, é uma doença.

Por simplesmente considerarmos o mal
que este tipo de doença nos traz,
nós nos preservamos dela.
O sábio não carrega tal doença consigo,
pois ele sabe do seu mal.

***

O caminho para o Céu 

Aquele que enche um vaso até que transborde,
ao carrega-lo, espalhará a água por todo o caminho.
Aquele que afia em excesso uma faca
arruinará o seu corte.

Quando um salão está cheio de ouro e jade,
seu dono viverá na insegurança.
Quando a riqueza e o status conduzirem a arrogância,
a ruína virá sem tardar.

Quando finda a boa obra
e nosso nome começa a tornar-se célebre,
esta é a hora de nos recolhermos a obscuridade.

Este é o caminho para o Céu!

***

A antecipação das dificuldades

Aquele que segue o Caminho age
sem mesmo pensar em agir.
Conduz seu trabalho
sem ansiar pelos resultados.
Prova do fruto
sem discernir se é doce ou azedo.
Considera igualmente o grande e o pequeno,
o muito e o pouco.
Repele toda a violência
com gentileza.

O mestre do Tao antecipa as dificuldades
quando elas ainda são fáceis de se lidar;
e inicia grandes realizações
quando elas ainda são pequeninas.
Todas as grandes dificuldades no mundo
um dia foram pequenas;
e da mesma forma, todas as coisas grandiosas
tiveram um início modesto.
Dessa forma, o sábio jamais pensa em fazer algo grandioso,
e assim acaba por realizar grandes obras.

Quem promete realizar muitas coisas,
tem dificuldades em manter a palavra.
Quem costuma desconsiderar a dificuldade da empreitada
acaba por se embaraçar nela,
e torna-la ainda mais difícil do que era inicialmente.
Dessa forma, o sábio em tudo vê dificuldade,
e ao antecipar uma dificuldade
acaba por evita-la totalmente.

***

Os frutos do Tao

Aquele que planta de acordo com o Tao,
criará raízes firmes que não podem ser arrancadas;
sua colheita jamais será perdida.

Seus filhos, e os filhos de seus filhos,
uma geração após a outra,
todos devem honrar ao templo dos seus ancestrais.

Cultive o Tao em si mesmo
para que sua virtude cresça da raiz.
Cultive o Tao na família
para que essa virtude se manifeste.
Cultive o Tao na vizinhança
para que a virtude perdure.
Cultive o Tao no Estado
e a virtude se tornará abundante.
Cultive o Tao no Reino
e seus frutos saciarão a fome de todos.

Aquilo que o Caminho modifica
pode ser observado por seus frutos
na pessoa, na família, na vizinhança,
no Estado e no Reino...

Como eu conheço aos frutos do Tao?
Pelo sabor!


Marcadores: , , , , , , , , ,

13.1.13

Lançamento: Ad infinitum

Hoje, 13.01.13, lancei meu livro, Ad infinitum.

Quando comecei a escrevê-lo, em meados de 2009, não fazia ideia de que hoje existiria um serviço como o Clube de Autores, que permite que lancemos um livro com o controle total do resultado final, de cada vírgula do texto a diagramação da capa, contracapa e orelhas. Tampouco poderia prever que hoje teria uma página do meu blog, no Facebook, com quase 3 mil seguidores; ou que meu próprio blog, o Textos para Reflexão, teria uma média de visitas diárias de mais de mil acessos; muito menos que seria um colunista regular de um grande portal de ocultismo e espiritualidade, o Teoria da Conspiração [1].

Quando a ideia para este livro me veio, martelando a cabeça, quis que fosse embora. Daria muito trabalho levá-la adiante. Quando finalmente comecei a escrever, tive medo de não estar à altura da tarefa. Quando enviei os primeiros dois capítulos a leitores que considero cultos e exigentes, e eles gostaram do que leram, tive medo de não saber como terminar o restante do livro. Agora, no entanto, me sinto aliviado, realizado. Este livro não é mais uma questão minha, não é mais o meu livro, mas o livro de vocês, leitores. O que virá daqui para frente dependerá muito mais de vocês do que de mim.

Com este livro, procurei demonstrar como num diálogo amigável de quatro personagens com crenças e descrenças diversas, ainda assim podemos chegar a grandiosos acordos. E, mesmo quando não chegamos a um acordo geral, nada deveria indicar que um desacordo de crenças e ideias leva, necessariamente, a inimizades.

A existência é muito grandiosa, complexa, inefável e brutal, para que percamos tempo em brigas inúteis. Os personagens no fim são todos aspectos de mim mesmo (e de todos nós, quem sabe) que são capazes de se tornar amigos uns dos outros: uma filósofa, um cético, um espiritualista, um crente. Por que não?

Neste livro falaremos de Deus, do Cosmos, de fé e razão, ciência e religião, arte e espiritualidade, filosofia e ceticismo, etc. Tudo para que estas ideias possam melhorar a vizinhança.

Já me disseram que meus textos mudam as pessoas. Não é verdade: as pessoas é que mudam elas mesmas, e a vizinhança em torno (e quem sabe o mundo todo), quando mudam seu pensamento. O que escrevo sobre os ombros de gigantes, como Benedito Espinosa, Hermes Trimegisto, Carl Sagan e Gibran Khalil Gibran, dentre outros, é apenas uma mensagem. Uma luz. Reflitam adiante, ad infinitum!

Comprar livro (Clube de Autores) Comprar livro capa dura (Clube de Autores) Comprar eBook (Amazon Kindle)

» Baixe gratuitamente uma amostra do livro (25 páginas, PDF)

» Conheça a simbologia do Ouroboros e da Árvore da Vida (capa do livro)

» Veja a galeria do livro em nossa página no Facebook

***

Algumas perguntas e respostas sobre o livro:

Ele pode ser encontrado em livrarias?
Não. No momento só pode ser comprado pelo site do Clube de Autores, na versão impressa ou em PDF; ou pela Amazon Brasil, na versão digital (eBook).

Como faço para comprar na Amazon? Preciso de um Kindle para ler a versão digital?
A Amazon é a maior livraria online do mundo, e você poderá começar a ler meu livro literalmente minutos depois da compra. Caso não tenha um Kindle, poderá lê-lo em Tablets, Smartphones, Laptops ou PCs, bastando para tal instalar os aplicativos gratuitos de leitura específicos de cada plataforma. Saiba mais sobre o lançamento para Amazon Kindle.

Posso confiar no Clube de Autores? Quais são as formas de pagamento e envio?
O Clube de Autores é a maior comunidade de autores do país, e vende livros por demanda, impressos com qualidade profissional. Você poderá pagar com cartões Visa e Mastercard, boleto bancário, PagSeguro e/ou transferências online. O livro impresso será enviado para seu endereço pelos Correios, sendo possível rastrear a encomenda a qualquer momento do processo. A versão em PDF será disponibilizada para download imediatamente após a confirmação da compra.

Posso confiar na revisão e diagramação do livro?
O livro foi diagramado conforme exemplos de livros profissionais, composto com as fontes mais legíveis do mercado, e com os devidos cuidados de revisão gramatical. Você também pode conferir uma amostra do livro (25 páginas, PDF).

Posso confiar na qualidade do conteúdo?
Depende. Se você gosta do que escrevo em meu blog (Textos para Reflexão), é bem provável que o livro lhe agrade. Se, por outro lado, não conhece ainda o meu blog, talvez seja melhor primeiramente navegar por lá e ver se gosta do que tenho a refletir.

Você desistiu de tentar publicar o livro por uma editora de grande distribuição?
Pelo contrário, ainda nem comecei. Este será o segundo passo. O fato de o livro estar sendo vendido online não significa que eu tenha perdido os direitos sobre ele. Pelo contrato do Clube de Autores, posso cancelar a venda a qualquer momento, e o farei, caso alguma boa editora se interesse por publicá-lo. Mas, se nenhuma se interessar, fato é que os leitores do meu blog já terão acesso a ele, e isso já é suficientemente extraordinário para mim.

***

“Gostei do livro! Como posso ajudar a divulgá-lo?”

1 – Boca a boca: é a alma do negócio!

2 – Você pode entrar na página dele no Clube de Autores e comentar, ou avaliar (clicando nas estrelinhas), ou recomendar nas redes sociais, etc.

3 – Você pode tirar uma foto sua com o livro nas mãos (mesmo sendo a versão eBook), e nos enviar por nossa página no Facebook (clique em mensagens e mande uma mensagem com a imagem em anexo). Contanto que dê permissão para que eu possa publicar sua foto nas galerias de imagens por lá. Acredite, isto já será uma baita ajuda...

4 – Você pode comprar outros livros e dar de presente para quem ama.

5 – Caso seja amigo de algum editor, você pode recomendar o livro a sua editora (contanto que ela tenha uma boa distribuição nas livrarias).

6 – Você pode ajudar de alguma outra forma criativa, que não consta nesta lista, contanto que seja de coração...

***

[1] Não poderia deixar de agradecer imensamente ao irmão Del Debbio pela oportunidade, assim como aos demais colunistas.


Marcadores: , , , , , , , , ,